É apenar uma questão de sensibilidade e humanidade?

Sinceramente, estou sem convicção sobre qual é a melhor decisão a ser tomado sobre o futuro imediato do futebol brasileiro, após a tragédia na Colômbia envolvendo a Associação Chapecoense. É realmente muito complicado opinar.

Alguns seguidores, jornalistas, profissionais em geral, dirigentes, jogadores, e sei lá mais quem estão divergindo a respeito do assunto. Ninguém, na verdade, tem a certeza do caminho a ser tomado.

Lá na rádio Gre-Nal, na sexta-feira, conversei com o senhor Humberto Ruga, uma espécie de “guru” do nosso programa Café com Futebol, e ele opinou sobre a suspensão de todos os jogos até o final do ano.

O experiente dirigente acredita que não exista clima de disputar uma final e comemorar um título. “Estamos atravessando a maior tragédia da história do futebol”, disse Ruga. O presidente do Inter, Vitorio Piffero, concorda.

Mas há opiniões discordantes. Como a do presidente Romildo Bolzan Junior. Ele descarta o fato de ficar sem a disputa do título, imediatamente. Bolzan pretende a definição, também, do Brasileirão.

Pergunta: é apenar uma questão de sensibilidade e humanidade o que nós estamos analisando? Ou outros interesses poderão surgir na cabeça de cada um de nós, direta ou indiretamente?

Opinem.

Auditoria completa no Internacional

KDikHCDMYXAEBCZ-800x450-noPad-1Os torcedores do Sport Club Internacional abaixo-assinados requerem a imediata contratação, pelo Conselho Deliberativo, de empresa verdadeiramente independente, e de reconhecida competência, para a realização de auditoria completa nas contas, nos contratos e nos procedimentos do Clube, para verificar sua legalidade, apontar eventuais erros e sugerir correções, visando a implementação de boas práticas para o aprimoramento permanente da gestão.

Requerem ainda que o resultado dessa auditoria seja divulgado de forma verdadeiramente transparente.

Fábio Karkov
Acorda Conselho

Uma sugestão para a CBF

Caro Vidarte,
Fazia mais de dois anos que não aparecia mais por este espaço.
Vou abrir uma exceção hoje, devido a tragédia da Chapecoense.
Futebol em 2016 acabou, é o que menos interessa agora. Pelo menos que se encerre com uma homenagem exemplar a um de seus filiados CBF.
Mas a vida segue, e tem que ser assim.
Como não tenho acesso a CBF e tu Vidarte tens, gostaria de enviar uma sugestão para a última rodada do Brasileirão.

Sugestão:
– Baixar uma medida para todos os jogos da rodada.
– Todos os clubes entram em campo, cada um em seu próprio estádio, fita preta junto a manga esquerda do uniforme.
– Distintivo da Chapecoense anexado ao lado do distintivo do time.
– Ao centro do campo um microfone com pedestal, e uma fita preta (luto) amarrada ao mesmo.
– Nos telões dos estádios, imagens sem som, de lances da Chapecoense, dos profissionais de imprensa envolvidos no acidente.
– Time distribuído em campo.
– Juiz trila o apito para inicio do jogo.
– Jogador dá um toque na bola apenas (pontapé inicial).
– Nenhum jogador se move.
– Faz-se silêncio absoluto no estádio (1 minuto de silêncio).
– Juiz encerra a partida.
– Todos os jogos encerram-se em 0x0.
– Classificação final da rodada 37.
– Validade: Campeonato brasileiro e Copa Brasil 2016.

Dalmir Meneguzzo

Não sei rezar

Sobre o acontecido no trágico acidente da delegação da Chapecoense, eu gostaria de transmitir a minha solidariedade às vitimas e os familiares, além da comunidade.

Estou na estrada do jornalismo esportivo há mais de 30 anos, e nunca imaginei que algo parecido pudesse ocorrer na minha caminhada. Mas a vida deve continuar.

Pelo menos, é assim que penso. Não tem outra maneira de seguir. Um forte abraço aos profissionais que conviveram pessoal ou profissionalmente comigo na Dupla.

15311460_1439775562754981_189019617_oO meu maior respeito: Mário Sérgio Pontes de Paiva, Caio Junior, Ânderson Paixão, William Thiego, Dener, Matheus Biteco, Josimar e Filipe Machado.

Não sei rezar. Mas acredito numa força maior. Quem sabe uma energia. Talvez, possa ser Deus. Então, que Deus abençoe a todos.