Em 2016, sete zagueiros diferentes jogaram no Internacional

O repórter Rodrigo Morel fez uma matéria curiosa sobre a situação da defesa colorada. Ele disse que em 2016, sete zagueiros diferentes vestiram a camisa do Inter: Paulão, Ernando, Alan Costa, Eduardo, Réver, Jackson e Leandro Almeida.

A dupla que mais atuou durante a temporada passada foi Paulão e Ernando. Além deles, Eduardo também segue no elenco. Mesmo com a queda, o time teve um razoável aproveitamento defensivo. Foi a sétima melhor defesa do Brasileirão.

Por incrível que possa parecer, sofreu apenas 9 gols a mais que o grande campeão nacional, as Sociedade Esportiva Palmeiras. Em 2017, o clube promoveu Léo Ortiz das categorias de base. Trouxe Néris, do Santa Cruz, e deve anunciar Klaus, ex-Juventude.

A pergunta do Sbt Esporte foi se os jogadores que estavam no grupo em 2016 são melhores, iguais ou piores dos que os zagueiros contratados pela nova diretoria do Internacional? Seria legal a participação de todos, com civilidade e educação? Valeu?

Até agora, nenhuma família da Chapecoense recebeu qualquer doação do jogo de D’Alessandro

Parece mentira, mas o jogo festivo do “Lance de Craque”, promovido pelo meio-campo Andrés D’Alessandro, não ajudou qualquer família das vítimas fatais do voo da Chapecoense, até o momento.

A partida aconteceu no estádio Beira-Rio, no dia 21 de dezembro, e apesar de uma série de ações beneficentes, nenhum centavo foi repassado, segundo garantiu o presidente da Chapecoense.

Aliás, muitas outras situações precisam ser divulgadas. Especialmente, as doações que nunca passaram das promessas, lamentavelmente. Recebi a informação de que o seguro pago aos funcionários que não eram atletas é irrisório, deixando as famílias abandonadas.

A única exceção foi a família de Caio Junior, que recebeu uma quantia de indenização pela morte do ex-técnico da Chape. O valor pago para os familiares foi de mais de 2 milhões e trezentos mil reais.

Ainda segundo a direção da Chapecoense, o Barcelona aceitou ajudar a equipe da Chapecoense, mas somente com relação a montagem da equipe catarinense. A informação é de que as famílias não receberão doações pelo trágico voo de Medellin.

Opinem.

Nota de esclarecimento: doação para as famílias das vítimas do acidente da Chapecoense

Viemos por meio desta repetir que a doação de um quarto da renda beneficente do último Lance de Craque ainda não foi efetuada pois estão em andamento trâmites burocráticos do repasse da receita para a Fundação LaSalle, quem recebe e audita os recursos arrecadados.

A organização do evento está em constante contato com representantes das famílias e da Chapecoense e fará o depósito de R$ 41.724,03 na conta indicada para doações assim que possível.

Aproveitamos para lamentar e repudiar que pessoas desprovidas de caráter e travestidas de comunicadores insinuem que o repasse não tenha sido efetuado por má fé. O Lance de Craque é um evento beneficente sério, transparente e que tem como único intuito promover o bem.

Por outro lado, queremos reiterar o agradecimento a todos patrocinadores, parceiros, apoiadores e torcedores que nos permitiram obter sucesso nas três edições deste projeto.

Muito obrigado!

Equipe Lance de Craque

Perdemos, de novo, na Taça São Paulo de Juniores

O que está ocorrendo com o futebol gaúcho quando o assunto é Copa São Paulo de Futebol Júnior? Recentemente o técnico Lisca tentou achar uma explicação. Grêmio e Inter devem estar priorizando a formação dos seus jogadores de base e não a conquista de títulos.

Mas será que as duas coisas não são possíveis, quando se fala de Copinha? O certo é que o Grêmio jamais foi campeão e o Internacional conquistou pela última vez, em 1998. Nós estávamos lá no Morumbi, quando o Colorado derrotou a Ponte Preta e levou o caneco.

Me lembro de alguns nomes da época, aliás, eu transmiti a partida pela rádio Guaíba: João Gabriel, Lúcio, Clayton, Juca, Fábio Pinto e o centroavante Manoel. Técnico Guto Ferreira e o preparador físico Waldemar Fernandez.

Apenas um raciocínio: a cada momento um novo talento desponta no cenário nacional. Meninos aspirantes a jogadores profissionais, na maioria das vezes, são encontrados em clubes que disponibilizam espaços para a formação de atletas em Categorias de Base.

Porém, os métodos utilizados pelos clubes de futebol para o desenvolvimento de jovens atletas nem sempre são os mais adequados, ocasionando em muitos casos, a perda de futuros valores deste esporte.

Opinem.

Dupla Gre-Nal e a superstição

O repórter Rodrigo Morel preparou uma matéria para o Sbt Esporte desta segunda-feira. O programa será exibido a partir das 12h20 e Grêmio e Internacional serão destaque por causa da procura da recuperação da boa forma.

Em 2006, Inter fez um período de preparação na cidade de Bento Gonçalves. Era uma superstição do Internacional e acabou ganhando o mundo. Mas nem sempre a mudança de ambiente deu resultado. Em 2007, repetiu o local e não ganhou nada de expressivo.

O Grêmio, nos anos 90, revezava entre Gramado e Canela e o time ganhou muitos títulos na aquela década. Depois, surgiu Bento Gonçalves e nem sempre os resultados foram os melhores.

Agora, pelo segundo ano consecutivo, o Tricolor fará toda a pré temporada no CT Luiz Carvalho. Neste ano, serão 88 partidas e esta arrancada é essencial para o grupo. Será que, também, é uma questão de superstição? É uma das perguntas a serem pensadas.

Lembrando que há mais de 15 anos, o Inter não realizava uma pré-temporada completa em Porto Alegre. Já passou por Santo Amaro, Bento Gonçalves, Gramado, Canela, Emirados Árabes e Estados Unidos. Agora vai para aqui pertinho. Viamão.

Resumo: de 1995 para agora, o Grêmio teve o seu momento mágico nos anos de 95, 96, 97, 2001 e 2016. O Inter, em 2006, 2008 e 2010. O Inter em 22 anos teve a serra gaúcha como base da sua preparação, exceção da Florida Cup, em 2016.

O Grêmio teve as suas exceções. Além do ano passado, o Grêmio, em 2011, treinou na capital gaúcha. Renato Portaluppi reclamava frequentemente reclamava do forte calor. Opinem.